De acordo com a OMS, a obesidade é uma doença em que o excesso de gordura corporal acumulada pode atingir graus capazes de afectar a saúde.
É uma doença crónica, com enorme prevalência nos países desenvolvidos, atinge homens e mulheres de todas as etnias e de todas as idades, reduz a qualidade de vida e tem elevadas taxas de morbilidade e mortalidade. A obesidade acarreta múltiplas consequências graves para a saúde.
A vários tipos de obesidade: andróide, abdominal, ginóide ou visceral.
O excesso de gordura resulta de sucessivos balanços energéticos positivos, em que a quantidade de energia ingerida é superior à quantidade de energia dispendida.
Os factores que determinam este desequilíbrio são complexos e podem ter origem genética, metabólica, ambiental e comportamental.
Os factores de risco são: · Vida sedentária
· Zona de residência urbana
· Grau de informação dos pais (se for criança)
· Factores genéticos.
As consequências da obesidade são:
· Aparelho cardiovascular
· Complicações metabólicas
· Problemas a nível de Sistema puar
· Aparelho gastrointestinal
· Aparelho genito-urinário e reprodutor
· Outras alterações com osteartroses, insuficiência venosa crónica, risco anestésico, hérnias e propensão a quedas. A obesidade mede-se determinando o IMC que se divide pelo peso (quilogramas) pela altura (metros), elevada ao quadrado. A obesidade diagnostica-se a partir do Índice de Massa Corporal (IMC). Este índice mede a corpulência, que se determina dividindo o peso (quilogramas) pela altura (metros), elevada ao quadrado.
Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética que, introduzida no organismo modifica as suas funções. As drogas naturais são obtidas através de determinadas plantas, de animais e de alguns minerais. Por exemplo a cafeína, a nicotina, o ópio e o THC tetrahidrocanabiol (da maconha). As drogas sintéticas são fabricadas em laboratório, exigindo para isso técnicas especiais. O termo droga, presta-se a várias interpretações, suscita a ideia de uma substância proibida, de uso ilegal e nocivo ao indivíduo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o comportamento. 



É a tendência do pensamento, ou do modo de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas e superiores umas às outras. Onde existe a convicção de que alguns indivíduos e sua relação entre características físicas hereditárias e, determinados traços de carácter, inteligência ou manifestações culturais, são superiores às de outros. O racismo não é uma teoria científica, mas um conjunto de opiniões pré concebidas onde a principal função é valorizar as diferenças biológicas entre os seres humanos, em que alguns acreditam ser superiores a outros de acordo com sua matriz racial. A crença da existência de raças superiores e inferiores foi utilizada muitas vezes para justificar a escravatura, o domínio de determinados povos por outros, e os genocídios que ocorreram durante toda a história da humanidade.

É o nome comum dado às plantas do género Nicotiana, em particular a N. tabacum, originárias da América do Sul, das quais é extraída a substância chamada nicotina.

