De acordo com a OMS, a obesidade é uma doença em que o excesso de gordura corporal acumulada pode atingir graus capazes de afectar a saúde.
É uma doença crónica, com enorme prevalência nos países desenvolvidos, atinge homens e mulheres de todas as etnias e de todas as idades, reduz a qualidade de vida e tem elevadas taxas de morbilidade e mortalidade. A obesidade acarreta múltiplas consequências graves para a saúde.
A vários tipos de obesidade: andróide, abdominal, ginóide ou visceral.
O excesso de gordura resulta de sucessivos balanços energéticos positivos, em que a quantidade de energia ingerida é superior à quantidade de energia dispendida.
Os factores que determinam este desequilíbrio são complexos e podem ter origem genética, metabólica, ambiental e comportamental.
Os factores de risco são: · Vida sedentária
· Zona de residência urbana
· Grau de informação dos pais (se for criança)
· Factores genéticos.
As consequências da obesidade são:
· Aparelho cardiovascular
· Complicações metabólicas
· Problemas a nível de Sistema puar
· Aparelho gastrointestinal
· Aparelho genito-urinário e reprodutor
· Outras alterações com osteartroses, insuficiência venosa crónica, risco anestésico, hérnias e propensão a quedas. A obesidade mede-se determinando o IMC que se divide pelo peso (quilogramas) pela altura (metros), elevada ao quadrado. A obesidade diagnostica-se a partir do Índice de Massa Corporal (IMC). Este índice mede a corpulência, que se determina dividindo o peso (quilogramas) pela altura (metros), elevada ao quadrado.
Trabalho realizado por:
Filipa Pacheco
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